UNS VÃO À PRAIA. EU VOU AO MAR. PORQUE SOU DO MAR... O MAR, AOS QUE SÃO DO MAR: ODOYÁ! ODOYÁ!
Aquários de tubarões não inundam os meus pés. Só quero o vômito da minha própria vazante. Porque, sou Roberta Aymar...
TECIDO VIVO!


sábado, 29 de outubro de 2011

A casca... sempre a falsa erudição do ego...



"Se não queres ser morto por elas, 
tens de tornar inofensivo as tuas próprias criações."









domingo, 23 de outubro de 2011

Porque hoje é domingo, não peça desculpas...





Sim, fui eu. Fomos nós!.
Eu-Ela e Ela-Eu, sombra, duplo, insones fantasmas de si mesmas.
Entramos pela chaminé do cachimbo que não era maçã.
Mas, teria sido...
Se não fosse àquela meia-noite (com meio-encantos)
a lhes assombrar “cinderelas”.
***
Não peça desculpas. Hoje, não.
Amanhã, talvez...
Porque hoje é domingo
E o soldado morto de Bertolt
Levanta guarda na multidão voraz
Aqui na esquina do meu quarto.
***
Avante!
 *Roberta Aymar* 


Voz... Às Crianças e Das Crianças! Voz!















quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Starry, starry night...



A Todos que São Tecidos Vivos...
As Noites Estreladas!







"Starry, starry night
Paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colours on the snowy linen land..."











terça-feira, 11 de outubro de 2011

A BOCA, eis a grande morada humana... a boca!

 
Eis, a grande morada humana...
A Boca!
O resto?
O Silêncio que se anuncia à véspera do depois de tudo.
Camerieri.... Champagne!
Rh + ou - 
[tanto faz]
O prazer é sempre o mesmo!
Tim, Tim!
 *Roberta Aymar*










isso que sugere o relevo vivo das coisas...




isso que sugere o relevo vivo das coisas - a sutura -,
poderia ser um arquétipo, 
um símbolo, uma imagem...
mas, como dói e reabre a fenda da pele,
melhor chamar de COÁGULO DE SAUDADE!










domingo, 9 de outubro de 2011

Tecido Vivo: Sou!



Aquários de tubarões não inundam mais os meus pés.
Só quero o vômito da minha própria vazante.
Porque
Sou
Roberta Aymar 
e tenho o
MAR
e o verbo
AMAR
no nome, no sangue, na alma 









Ao Círio de Nazaré


a minha prece