UNS VÃO À PRAIA. EU VOU AO MAR. PORQUE SOU DO MAR... O MAR, AOS QUE SÃO DO MAR: ODOYÁ! ODOYÁ!
Aquários de tubarões não inundam os meus pés. Só quero o vômito da minha própria vazante. Porque, sou Roberta Aymar...
TECIDO VIVO!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Quem é ateu e viu milagres como eu...



"E o coração
Que é soberano e que é senhor
Não cabe na escravidão
Não cabe no seu não
Não cabe em si, de tanto sim..."



domingo, 14 de julho de 2013

Para sempre, outra vez: Bósnia!



Essa dor, tem começo. Terá Fim?






"11 de julho – Potocari, Bósnia – A Bósnia enterrou mais 409 vítimas do massacre de Srebrenica na quinta-feira, mas, 18 anos após a pior atrocidade na Europa desde o Holocausto, o país continua atolado em disputas étnicas enquanto outros países envolvidos no conflito avançaram."

http://br.noticias.yahoo.com/fotos/galeria-da-semana-6-a-12-de-julho-1373662490-slideshow/galeria-da-semana-photo-1373662180169.html






...enquanto isso, na Faixa de Gaza



Essa dor, tem começo. Terá Fim?









segunda-feira, 4 de junho de 2012

Enquanto estamos (intencionalmente?) distraídos...









Enquanto nós dormimos, comemos, amamos, odiamos, nascemos, outras séries de "ocorrências fenomenológicas" acontecem a cada instante, 
sem ao menos nos darmos conta... 
São assim os intemperismos físico-químicos 
a exemplo da influência do nitrogênio na produção de substâncias degradadoras do milonito por Cladonia substellata.
É PRECISO SABER VIVER? (!)





quinta-feira, 5 de abril de 2012

Eis o "Destino" à frente dos olhos...





O destino de alguém não é nunca um lugar,
mas uma nova forma de olhar as coisas.

*Henry Miller*



sábado, 18 de fevereiro de 2012

Um "Verso Satânico", por favor!...




Penso que o ÓDIO, na sua "íntima" transparência, 
nos aproxima sempre mais do OUTRO... 
Eis, talvez, o grande AMOR!
Será?







sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Que vivam os mortos...






Amar aos mortos é infinitamente mais fácil que amar aos moribundos.
Eles não se mexem, não precisam de uma palavra de conforto (mesmo que remotamente ao telefone), não demandam os nossos cuidados, as nossas noites de sono, o nosso olhar diante do corpo definhando com a pele desidratada, a cabeça sem cabelos e o rosto pálido e triste... 
Não demandam nenhuma prova concreta de humanidade!
Amar infinitamente os mortos... Ahhhhhh, como é bom!
Que vivam os mortos!

*Roberta Aymar *






domingo, 12 de fevereiro de 2012